quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Vivendo intensamente

Eu sou uma pessoa impulsiva, verdadeira, não tenho a mínima capacidade de camuflar meus sentimentos, sejam eles quais forem.
Lógico que isso me prejudica muito e pode não raro passar uma imagem equivocada para quem está de fora, só observando.
Não sei se posso colocar essa “sinceridade” no meu pacote de defeitos, mas acredito plenamente que a verdade, por pior que ela seja, sempre é a melhor opção.
Sinto uma dificuldade enorme em controlar os meus ímpetos emocionais, não sei conter um choro ou disfarçar uma gargalhada nos momentos impróprios. Eu sou clara, transparente, não tenho vergonha das minhas fraquezas, não quero ser atriz da minha própria vida.
O que os outros vão pensar? Na realidade, pouco me importa! Se me sinto injustiçada grito, se estou com raiva esperneio, se estou feliz estampo rapidamente um sorriso, se estou triste me entrego ao pranto, se estou com medo passo a suar imediatamente, se estou ansiosa meu coração palpita desesperadamente, se estou pensativa não falo, se estou concentrada não atendo aos chamados, se estou magoada guardo rancor, se estou orgulhosa parabenizo na mesma hora, se estou com fome como o que bem entendo, se estou com sede tomo coca-cola, porque eu adoro e ponto final!
Quem me conhece sabe bem que eu sou assim. Não conte comigo para subir no palco, sou muito mais a vida real!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Pra você, meu amor...


Hoje faz oito anos que eu te disse sim.
Sim para o amor, sim para a dor, sim para a saudade, sim para a presença, sim para a rotina, sim para os planos, sim para o futuro, sim para o compromisso, sim para as brigas, sim para a reconciliação, sim para o companheirismo, sim para a cumplicidade, sim para o apoio, sim para o perdão, ou seja, sim para tudo que somos juntos.
Pois é meu amor, depois que casamos, é que nos damos conta de como dizer “sim” é fundamental para qualquer relação duradoura, afinal de contas compartilhar nossa vida com outra pessoa nada mais é do que aceitá-la dia após dia.
Foram anos lindos, sem dúvida nenhuma os melhores oito anos da minha vida. Logicamente não foram anos perfeitos. Ainda bem. Nada mais monótono do que a perfeição!
Já te disse milhões de vezes, mas não me canso de repetir, que eu chego a me confundir com você, não sei mais onde eu termino e você começa, somos parte de um todo, quase que uma relação de simbiose.
Não são poucas as coisas que me fazem te amar tanto, desde a primeira vez.
Seu olhar tão expressivo e verdadeiro, seu toque macio e ao mesmo tempo intenso, seu abraço tão aconchegante e acolhedor, sua voz grossa e sensual, seu beijo que encaixa tão perfeitamente na minha boca, seu inabalável otimismo de encarar a vida, sempre achando que no final tudo dá certo, sua maneira tão suave de me acalmar em meus ataques de fúria, sua paciência de ouvir mais de mil vezes a mesma coisa, e ainda permanecer atento aos meus reclames, sua educação que jamais te permite passar por cima de ninguém, sua honestidade que às vezes chega até a se confundir com ingenuidade, sua cultura, que te permite conversar sobre todos os assuntos, sempre tendo alguma coisa a acrescentar, sua inteligência que te faz perspicaz, com uma facilidade incrível de aprender as coisas, suas fases, sempre tão intensas mas ao mesmo tempo tão efêmeras, sua calma que mantém inalterado o seu tom de voz ainda nos momentos mais críticos, sua razão que te permite enxergar os problemas como eles realmente são sem acréscimos ou decréscimos, sua emoção que lhe permite amar da forma mais plena e verdadeira possível, enfim, esse seu jeito tão especial e único de ser que te faz exatamente o homem da minha vida.
Confesso que há um ano atrás cheguei a duvidar que chegaríamos até aqui, de repente tudo ficou tão confuso para mim que por algum tempo uma nuvem negra me impediu de te enxergar da forma como você verdadeiramente é.
Mas onde há amor, e no nosso caso ele chega a transbordar, também há espaço para o perdão, para o recomeço, que muitas vezes não é só bom como também necessário.
Por tudo isso, e por mais uma infinidade de razões, eu te digo
PARABÉNS!!
Esse oitavo aniversário é mais do que uma vitória para nós!
Te amo!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Atchim!!!

To aqui, trabalhando como nunca e com uma gripe lascada, vontade de ficar em casa, embaixo do meu cobertor quentinho, comendo brigadeiro e assistindo sessão da tarde.
Se pudesse arrancava a minha cabeça fora, já ia resolver no mínimo três problemas de uma vez só: nariz entupido, dor de garganta e enxaqueca.
Alguém aí conhece uma solução mais simples?
Ó céus, sabe como é, problema de junta mesmo...
Deixa eu ir lá correr atrás do lenço de papel.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Help!

Ai, sabe aqueles dias q vc está com o coração apertado mas não sabe o porquê? Que coisa mais angustiante. E o pior é q nem consigo imaginar a razão. Eu hein!!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Assistindo meu passado

O meu pai passou para DVD um monte de filmes de mais de 25 anos, gravados em Super 8.
A emoção que eu senti ao reviver a minha infância, ao ver meus pais juntos e felizes foi algo realmente indescritível.
Acho que nunca comentei por aqui, mas quando eu tinha mais ou menos sete anos de idade a minha mãe teve um aneurisma cerebral. Foi uma época muito difícil da minha vida porque infelizmente ela sofreu várias seqüelas que a acompanham até hoje. Minha mãe, sempre tão linda, inteligente, independente, batalhadora, cheia de vida, de uma hora para outra não sabia mais falar, não reconhecia as pessoas, não conseguia fazer sozinha as coisas mais simples do dia-a-dia.
Desde então meu pai me criou basicamente sozinho. Minha mãe foi se recuperando aos poucos, aprendeu a falar novamente, melhorava a cada dia, mas perdeu sua capacidade de raciocínio, sua memória ficou muito afetada, engordou mais de quarenta quilos, e, logicamente, sua auto-estima foi parar lá embaixo.
Apesar da melhora a minha mãe nunca mais foi a mesma, tudo nela mudou, inclusive a sua personalidade, aquela mulher forte e alegre foi enterrada com a sua doença e deu lugar a uma pessoa triste, insegura, desconfiada, sem prazer de viver.
Eu sempre sofri muito com tudo isso, porque quando ela ficou doente eu ainda era mto nova e não entendia bem o que estava acontecendo e sequer podia ajudá-la. Lembro-me perfeitamente do choque que foi para mim entrar no quarto daquele hospital e ver a minha mãe careca, com a pálpebra caída. Era impossível reconhecê-la!
Os anos seguintes também foram muito difíceis. Minha mãe entrou em uma depressão que persiste até hoje. Meu pai, como a maioria dos homens fez o que pode, mas não conseguiu segurar a barra de ter uma mulher doente, e assim, o casamento deles desmoronou lentamente.
Eu não sei bem o que aconteceu comigo naquela época, na verdade eu pouco, ou quase nada, me lembro da minha mãe antes da doença. Por mais que eu me esforce, as imagens que me vêm à cabeça são sempre da minha mãe doente, enfrentando dificuldades.
Anos mais tarde, comigo já na adolescência, a minha mãe ficou doente de novo. Senti uma medo aterrorizante de perdê-la. Embora o médico dela tivesse garantido o contrário, ela teve outro aneurisma, enquanto nadávamos juntas na piscina do clube, e mais uma vez sobreviveu, sem maiores seqüelas dessa vez, graças a Deus.
Assistir àqueles filmes foi para mim um resgate da minha mãe, eu consegui recuperar na minha memória as lindas imagens que até então haviam simplesmente se apagado, sem deixar qualquer borrão.
Eu pude novamente ver a minha mãe feliz, pude ver seu sorriso, sua rara beleza, sua juventude. Pude relembrar os lindos momentos que meus pais viveram juntos, pude constatar como o amor deles era verdadeiro, profundo.
Já me peguei pensando infinitas vezes em como seria a minha mãe hoje se ela não tivesse passado por tudo isso, em como seria a minha própria vida. Sei que é um exercício um tanto quanto inútil, mas inevitável.
Há muito tempo não me emocionava tanto, há muito tempo não resgatava esse sofrimento do qual eu sempre tentei fugir. Assistindo àqueles filmes eu mergulhei profundamente nas minhas lembranças, no meu passado, extraí da minha alma sentimentos ocultos, senti uma dor física de nostalgia, e pude, finalmente, lembrar da minha mãe, após longos anos de saudade.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

O outro lado de Sampa

Meus últimos finais de semana têm sido muito corridos. Chega segunda-feira e eu estou ainda mais cansada, mas é um cansaço bom!!
Fizemos mtas coisas bacanas com as crianças, mas infelizmente a maioria delas já não dá mais para aproveitar como dica pq já acabou.
Bom, no findi retrasado passamos um dia no SESC Interlagos. Alguém já foi lá?
Achei o lugar um espetáculo, melhor q mto clube bacanudo q tem por aí. Um espaço enorme, com verde pra dar e vender, ultra mega super limpo, conservado, com uma equipe de apoio fantástica e o melhor de tudo, por um preço q cabe muito bem no nosso bolso!!
Fiquei impressionada com o lugar, com a estrutura que ele oferece, uma oportunidade de lazer garantido para a família inteira, de todas as classes sociais.
Além de todo esse espaço verde, eles oferecem uma programação cultural de alta qualidade! Para quem nunca foi, vale a pena conferir!!

Nesse fim de semana fomos assistir o festival de curtas infantis na cinemoteca, q fica na Vila Mariana. O espaço é enorme, super interessante, as sessões são gratuitas e os filmes muito bem selecionados. Até a pipoca é free!!!
No domingo fomos assistir o último dia dos Parlapatões lá no Memorial América Latina. Eles estavam com o circo oceano, uma produção bem bacana e divertida, uma pena que já saíram de cartaz!

Essa variedade de opções que São Paulo oferece é uma das coisas que me fascina nessa cidade, tem programa de todos os tipos, para todas as faixas etárias, muitos deles gratuitos, outros com preços bem acessíveis. Enfim, para quem tem fôlego e disposição, não dá mesmo tempo de ficar parado! O Guia da Folha que vem com o jornal de sábado (ou será domingo?) é uma forma fácil e rápida de saber tudo q está acontecendo, de programar um fim de semana bem legal e diversificado para as crianças. Em meio a tanto trânsito e violência precisamos aproveitar o que essa cidade nos oferece de bom, né? E são tantas coisas que fica difícil de escolher.

No findi q vem estaremos sem as crianças. Elas vão viajar com meu pai para Foz do Iguaçu. Tirando as férias no Rio com os avós paternos essa é a primeira vez que eles viajam “sozinhos”. Ai dá um frio na barriga...
Bom, vou aproveitar essas “férias” para fazer uns programas mais adultos, como ir na exposição da bossa nova na Oca, q eu to doida pra ver já faz um tempão.
Estranho pq nos acostumamos tanto com eles que ficamos até meio perdidos quando eles não estão por perto, meio sem saber pra onde ir. Queria aproveitar a oportunidade para fazer uma viagem romântica com o ric, mas infelizmente não vai dar pois ele vai correr a Nike no domingo, e de tarde vamos a uma peça de teatro q já compramos ingresso há quase dois meses!! Pelo menos namorar bastante, isso a gente vai com certeza rsrsrsrsrsrsr!!!
bjos

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Lig Lig Lig


Ai, eu to morrendo de sono, quase não durmo mais. Olimpíada é algo meio viciante, eu ligo a tv e não consigo parar de assistir, qualquer coisa que passe.
Sou tão manteiga derretida q sempre q tem uma premiação eu choro, ainda que não seja o Brasil o campeão (se fosse assim eu ainda não teria derrubado uma lágrima heheheh). Mas é q eu fico imaginando a emoção daquela pessoa, em cima do pódio após tantos anos de sacrifício, ouvindo o hino do seu país. Pra mim é de arrepiar, e eu buáaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Eu até tava com um pouco de má vontade com essas olimpíadas, achei o ó um país tão miserável como a China, onde a escravidão ainda impera as escâncaras, realizar investimentos tão pesados só para sediar os Jogos Olímpicos.
Aquela maravilha toda da cerimônia de abertura, se não falha a minha memória, custou cerca de 100 milhões de dólares!
Protestos pessoais à parte, eu acabei sim me envolvendo nessa áurea olímpica, adoro assistir aos jogos, principalmente quando a minha Lua assiste comigo.
Falando em Lua (eu não consigo falar de um assunto por vez), ela já está ótima. Quase terminamos as sessões de fisioterapia, agora faltam mais seis, só pra fortalecer mesmo, pq ela já recuperou todos os movimentos. A bichinha não vê a hora de voltar para o Circo e para a Ginástica Olímpica, já andou arriscando umas estrelas pela casa, não demonstrou o menor receio... essa minha filha é uma guerreira mesmo !!!!

Bom, voltamos às olimpíadas.
Queria manifestar aqui a minha revolta com aquele Michael Phelps!!! Olha, q americano é um ser frio q só eu já sabia, mas não imaginei que tanta arrogância pudesse chegar a tal patamar.
Eu lá, que nem uma retardada, torcendo para o cara ganhar a 10ª medalha de ouro e se tornar o maior atleta de todos os tempos. A pessoa foi, ganhou a medalha, bateu o recorde mundial e depois .... FEZ UMA CARA DE CÚ!!!!
Gente, ele não deu um sorriso, saiu da piscina de cabeça baixa, com uma cara de insatisfeito, e tudo isso depois de se consagrar como o maior atleta do planeta!!! O q foi aquilo?? Será q esse povo não tem alma??
Realmente eu achei um desrespeito com a torcida, um pouco caso sem precedentes. Ridículo.

Bom, deixa esses americanos pra lá.
Amanhã de noite vamos torcer pela Jade, q vai disputar o individual geral da ginástica.
Bjos

PS; Vcs viram o especial da Madonna do multishow??? Muitooooooooooooo bom!!!! Não percam!! Será q ela vem pro Brasil mesmo??? Tomara!!