Sei que ando sumida do meu cantinho. Mil desculpas teria pra me justificar, trabalho, monografia, filhos, casa, falta de assunto, desinteresse, etc.... tem épocas que a gente fica assim mesmo, com vontade de ficar quietinha no canto, calada, repensando na vida.
Esse ano passou muito rápido, de uma forma assustadora até. Parece mesmo que quanto mais velha ficamos mais o tempo corre, implacável. Eu que agora estou perto dos 30 sinto isso a cada dia.
Comigo está tudo bem, aliás tudo ótimo! Muita coisa legal me espera nesse fim de ano e começo do ano que vem, muitos planos, expectativas e um medo da porra de dar alguma coisa errada. Eu sou meio encanada mesmo, já passei por tanta coisa na minha vida que tenho até medo de me sentir plenamente feliz. Terapia já!
O niver do meu pequeno está chegando. Caraca, 05 anos meu preto vai fazer, e eu ainda o vejo como meu bb, tão dependente e birrento. Amor que chega até a doer no peito.
Esse ano será o primeiro que ele terá uma festinha só dele. Sempre fiz a dos dois juntos, mas a Lua já está uma mocinha (vai fazer oito anos, socorro!!!), e aí os interesses não mais coincidem, cada um quer uma coisa diferente, então esse ano resolvemos separar as comemorações.
Vou fazer de novo na Casa Amarela. Vcs conhecem esse lugar?? É demais lá, uma proposta super diferente, criativa, inovadora. Eu sempre tive má vontade com esses buffets tradicionais. Não sei se sou fresca, mas odeio aquelas músicas altas, aquela gritaria na hora do parabéns. Tudo me parece meio padrão, sem personalidade.
Lá na Casa Amarela a coisa é diferente. Os temas das festas são histórias infantis, a maioria dos irmãos Grimm, e a festa gira toda em torno dessas histórias, com brincadeiras simples, mas deliciosas. As músicas são bem ambientes, super selecionadas, os monitores muito atenciosos, a maioria deles estudantes de teatro. Tem violão, brincadeira de roda, de corda, desenhos com giz, peão, peteca... uma delícia, minha cara!!!
Há dois anos eu fiz a festa deles lá, fiquei meio receosa pq não sabia como as crianças iriam reagir a uma proposta tão diferente, não sabia se os monitores conseguiriam entretê-los... acabou que foi o maior sucesso, não teve quem não elogiasse o lugar, os pais ficaram encantados porque a maioria deles pode curtir a festa junto dos filhos, foi uma diversão inesquecível.
A hora do parabéns é uma emoção a parte. Eles fazem um ritual super delicado, com velas e violão, tudo bem calmo, discreto e de muito bom gosto!
Bom, esse ano iremos repetir a dose pq realmente ficou um gostinho de quero mais.
Como acho que devemos divulgar as coisas boas de nossa cidade, deixo abaixo o link do local para quem tiver interesse.
www.casaamarelafestas.com.br
Bjos e bom feriado!!!
A vida que acontece, que pulsa, que ri e que chora, sem mimimi pq uma mãe de 03 não tem tempo pra isso! Fragmentos de emoções, alegrias, surpresas, descobertas, decepções e aventuras de uma família do barulho (e como!!!!)
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Maravilhosa, como sempre!

Fomos ao Rio nesse fim de semana! Tudo de bom, tudo mara, tudo perfeito!!!
Amo demais aquela cidade, sou paulista de origem mas carioca de coração. Não é a toa q me casei com um, né?
Deixou um gostinho de quero-mais, como sempre!
Já estou contando os dias para a próxima visita à cidade que eu considero a mais linda do mundo!
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
De volta

Nossa, quanto tempo que não apareço por aqui.
A vida como sempre está corrida. Agora mais do q nunca.
Depois de muito adiar finalmente comecei a minha monografia, tenho de deposita-la até março, muito trabalho pela frente, preocupações, inseguranças, noites mal dormidas.
Já estou bem avançada na primeira etapa, que é a fase de estudo, pesquisa, leitura, leitura e mais leitura. Estou tentando dar um passo de cada vez porque se eu ficar pensando no trabalho q ainda falta e no pouco tempo que tenho para fazê-lo, com certeza vai bater o desespero e aí eu perco o controle da situação. Carol, mta calma nessa hora!
Bom, mudando total de assunto quero registrar aqui uma coisa bem legal.
No findi passado, após mtos anos de ausência fomos para o interior visitar a minha família. A minha avó mal conhecia o Pedro, a última vez que ela o viu ele tinha por volta de seis meses.
Foi tão lindo ver a emoção da bisa que eu me senti uma grande desnaturada por não tê-la visitado antes. Sei que mtas coisas contribuíram com isso, a grande maioria dela por fatores estranhos à minha vontade, mas foi impossível não sentir aquela pontinha de culpa por não ter me esforçado um pouco mais. Bom, não dá pra consertar o passado, é preciso andar pra frente.
Essa foto é mto especial pra mim. Da esquerda para a direita: minha cunhada Verinha, casada com meu primo-irmão, minha prima Aline, dinda da Luana e o grande cupido da história (ela q me apresentou o ric), minha avó Cida, tão parecida com a minha mãe, minha tia Amália, irmã mais velha da família, e finalmente EU!!
A vida como sempre está corrida. Agora mais do q nunca.
Depois de muito adiar finalmente comecei a minha monografia, tenho de deposita-la até março, muito trabalho pela frente, preocupações, inseguranças, noites mal dormidas.
Já estou bem avançada na primeira etapa, que é a fase de estudo, pesquisa, leitura, leitura e mais leitura. Estou tentando dar um passo de cada vez porque se eu ficar pensando no trabalho q ainda falta e no pouco tempo que tenho para fazê-lo, com certeza vai bater o desespero e aí eu perco o controle da situação. Carol, mta calma nessa hora!
Bom, mudando total de assunto quero registrar aqui uma coisa bem legal.
No findi passado, após mtos anos de ausência fomos para o interior visitar a minha família. A minha avó mal conhecia o Pedro, a última vez que ela o viu ele tinha por volta de seis meses.
Foi tão lindo ver a emoção da bisa que eu me senti uma grande desnaturada por não tê-la visitado antes. Sei que mtas coisas contribuíram com isso, a grande maioria dela por fatores estranhos à minha vontade, mas foi impossível não sentir aquela pontinha de culpa por não ter me esforçado um pouco mais. Bom, não dá pra consertar o passado, é preciso andar pra frente.
Essa foto é mto especial pra mim. Da esquerda para a direita: minha cunhada Verinha, casada com meu primo-irmão, minha prima Aline, dinda da Luana e o grande cupido da história (ela q me apresentou o ric), minha avó Cida, tão parecida com a minha mãe, minha tia Amália, irmã mais velha da família, e finalmente EU!!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Vivendo intensamente
Eu sou uma pessoa impulsiva, verdadeira, não tenho a mínima capacidade de camuflar meus sentimentos, sejam eles quais forem.
Lógico que isso me prejudica muito e pode não raro passar uma imagem equivocada para quem está de fora, só observando.
Não sei se posso colocar essa “sinceridade” no meu pacote de defeitos, mas acredito plenamente que a verdade, por pior que ela seja, sempre é a melhor opção.
Sinto uma dificuldade enorme em controlar os meus ímpetos emocionais, não sei conter um choro ou disfarçar uma gargalhada nos momentos impróprios. Eu sou clara, transparente, não tenho vergonha das minhas fraquezas, não quero ser atriz da minha própria vida.
O que os outros vão pensar? Na realidade, pouco me importa! Se me sinto injustiçada grito, se estou com raiva esperneio, se estou feliz estampo rapidamente um sorriso, se estou triste me entrego ao pranto, se estou com medo passo a suar imediatamente, se estou ansiosa meu coração palpita desesperadamente, se estou pensativa não falo, se estou concentrada não atendo aos chamados, se estou magoada guardo rancor, se estou orgulhosa parabenizo na mesma hora, se estou com fome como o que bem entendo, se estou com sede tomo coca-cola, porque eu adoro e ponto final!
Quem me conhece sabe bem que eu sou assim. Não conte comigo para subir no palco, sou muito mais a vida real!
Lógico que isso me prejudica muito e pode não raro passar uma imagem equivocada para quem está de fora, só observando.
Não sei se posso colocar essa “sinceridade” no meu pacote de defeitos, mas acredito plenamente que a verdade, por pior que ela seja, sempre é a melhor opção.
Sinto uma dificuldade enorme em controlar os meus ímpetos emocionais, não sei conter um choro ou disfarçar uma gargalhada nos momentos impróprios. Eu sou clara, transparente, não tenho vergonha das minhas fraquezas, não quero ser atriz da minha própria vida.
O que os outros vão pensar? Na realidade, pouco me importa! Se me sinto injustiçada grito, se estou com raiva esperneio, se estou feliz estampo rapidamente um sorriso, se estou triste me entrego ao pranto, se estou com medo passo a suar imediatamente, se estou ansiosa meu coração palpita desesperadamente, se estou pensativa não falo, se estou concentrada não atendo aos chamados, se estou magoada guardo rancor, se estou orgulhosa parabenizo na mesma hora, se estou com fome como o que bem entendo, se estou com sede tomo coca-cola, porque eu adoro e ponto final!
Quem me conhece sabe bem que eu sou assim. Não conte comigo para subir no palco, sou muito mais a vida real!
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Pra você, meu amor...

Hoje faz oito anos que eu te disse sim.
Sim para o amor, sim para a dor, sim para a saudade, sim para a presença, sim para a rotina, sim para os planos, sim para o futuro, sim para o compromisso, sim para as brigas, sim para a reconciliação, sim para o companheirismo, sim para a cumplicidade, sim para o apoio, sim para o perdão, ou seja, sim para tudo que somos juntos.
Pois é meu amor, depois que casamos, é que nos damos conta de como dizer “sim” é fundamental para qualquer relação duradoura, afinal de contas compartilhar nossa vida com outra pessoa nada mais é do que aceitá-la dia após dia.
Foram anos lindos, sem dúvida nenhuma os melhores oito anos da minha vida. Logicamente não foram anos perfeitos. Ainda bem. Nada mais monótono do que a perfeição!
Já te disse milhões de vezes, mas não me canso de repetir, que eu chego a me confundir com você, não sei mais onde eu termino e você começa, somos parte de um todo, quase que uma relação de simbiose.
Não são poucas as coisas que me fazem te amar tanto, desde a primeira vez.
Seu olhar tão expressivo e verdadeiro, seu toque macio e ao mesmo tempo intenso, seu abraço tão aconchegante e acolhedor, sua voz grossa e sensual, seu beijo que encaixa tão perfeitamente na minha boca, seu inabalável otimismo de encarar a vida, sempre achando que no final tudo dá certo, sua maneira tão suave de me acalmar em meus ataques de fúria, sua paciência de ouvir mais de mil vezes a mesma coisa, e ainda permanecer atento aos meus reclames, sua educação que jamais te permite passar por cima de ninguém, sua honestidade que às vezes chega até a se confundir com ingenuidade, sua cultura, que te permite conversar sobre todos os assuntos, sempre tendo alguma coisa a acrescentar, sua inteligência que te faz perspicaz, com uma facilidade incrível de aprender as coisas, suas fases, sempre tão intensas mas ao mesmo tempo tão efêmeras, sua calma que mantém inalterado o seu tom de voz ainda nos momentos mais críticos, sua razão que te permite enxergar os problemas como eles realmente são sem acréscimos ou decréscimos, sua emoção que lhe permite amar da forma mais plena e verdadeira possível, enfim, esse seu jeito tão especial e único de ser que te faz exatamente o homem da minha vida.
Confesso que há um ano atrás cheguei a duvidar que chegaríamos até aqui, de repente tudo ficou tão confuso para mim que por algum tempo uma nuvem negra me impediu de te enxergar da forma como você verdadeiramente é.
Mas onde há amor, e no nosso caso ele chega a transbordar, também há espaço para o perdão, para o recomeço, que muitas vezes não é só bom como também necessário.
Por tudo isso, e por mais uma infinidade de razões, eu te digo
PARABÉNS!!
Esse oitavo aniversário é mais do que uma vitória para nós!
Te amo!
Sim para o amor, sim para a dor, sim para a saudade, sim para a presença, sim para a rotina, sim para os planos, sim para o futuro, sim para o compromisso, sim para as brigas, sim para a reconciliação, sim para o companheirismo, sim para a cumplicidade, sim para o apoio, sim para o perdão, ou seja, sim para tudo que somos juntos.
Pois é meu amor, depois que casamos, é que nos damos conta de como dizer “sim” é fundamental para qualquer relação duradoura, afinal de contas compartilhar nossa vida com outra pessoa nada mais é do que aceitá-la dia após dia.
Foram anos lindos, sem dúvida nenhuma os melhores oito anos da minha vida. Logicamente não foram anos perfeitos. Ainda bem. Nada mais monótono do que a perfeição!
Já te disse milhões de vezes, mas não me canso de repetir, que eu chego a me confundir com você, não sei mais onde eu termino e você começa, somos parte de um todo, quase que uma relação de simbiose.
Não são poucas as coisas que me fazem te amar tanto, desde a primeira vez.
Seu olhar tão expressivo e verdadeiro, seu toque macio e ao mesmo tempo intenso, seu abraço tão aconchegante e acolhedor, sua voz grossa e sensual, seu beijo que encaixa tão perfeitamente na minha boca, seu inabalável otimismo de encarar a vida, sempre achando que no final tudo dá certo, sua maneira tão suave de me acalmar em meus ataques de fúria, sua paciência de ouvir mais de mil vezes a mesma coisa, e ainda permanecer atento aos meus reclames, sua educação que jamais te permite passar por cima de ninguém, sua honestidade que às vezes chega até a se confundir com ingenuidade, sua cultura, que te permite conversar sobre todos os assuntos, sempre tendo alguma coisa a acrescentar, sua inteligência que te faz perspicaz, com uma facilidade incrível de aprender as coisas, suas fases, sempre tão intensas mas ao mesmo tempo tão efêmeras, sua calma que mantém inalterado o seu tom de voz ainda nos momentos mais críticos, sua razão que te permite enxergar os problemas como eles realmente são sem acréscimos ou decréscimos, sua emoção que lhe permite amar da forma mais plena e verdadeira possível, enfim, esse seu jeito tão especial e único de ser que te faz exatamente o homem da minha vida.
Confesso que há um ano atrás cheguei a duvidar que chegaríamos até aqui, de repente tudo ficou tão confuso para mim que por algum tempo uma nuvem negra me impediu de te enxergar da forma como você verdadeiramente é.
Mas onde há amor, e no nosso caso ele chega a transbordar, também há espaço para o perdão, para o recomeço, que muitas vezes não é só bom como também necessário.
Por tudo isso, e por mais uma infinidade de razões, eu te digo
PARABÉNS!!
Esse oitavo aniversário é mais do que uma vitória para nós!
Te amo!
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Atchim!!!
To aqui, trabalhando como nunca e com uma gripe lascada, vontade de ficar em casa, embaixo do meu cobertor quentinho, comendo brigadeiro e assistindo sessão da tarde.
Se pudesse arrancava a minha cabeça fora, já ia resolver no mínimo três problemas de uma vez só: nariz entupido, dor de garganta e enxaqueca.
Alguém aí conhece uma solução mais simples?
Ó céus, sabe como é, problema de junta mesmo...
Deixa eu ir lá correr atrás do lenço de papel.
Se pudesse arrancava a minha cabeça fora, já ia resolver no mínimo três problemas de uma vez só: nariz entupido, dor de garganta e enxaqueca.
Alguém aí conhece uma solução mais simples?
Ó céus, sabe como é, problema de junta mesmo...
Deixa eu ir lá correr atrás do lenço de papel.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Help!
Ai, sabe aqueles dias q vc está com o coração apertado mas não sabe o porquê? Que coisa mais angustiante. E o pior é q nem consigo imaginar a razão. Eu hein!!
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